Caro leitor, seja muito bem vindo a essas despretensiosas páginas.
Desejo falar ao seu coração não apenas com os meus poemas, mas também pelas mensagens, orações e reflexões aqui colocadas a seu dispor.
Que o coração do Divino Mestre Jesus os ilumine e abençoe sempre.
Aqui, você está livre também para desabafar seus problemas e angústias.
Darei um retorno tão logo possa e opinarei se assim você desejar.
Fique a vontade. Aqui você, internauta, vai encontrar uma amiga com o coração aberto a lhe auxiliar dentro dos meus limites, mas sempre com carinho, respeito e espírito fraterno.
NAMASTÉ.

sábado, 24 de setembro de 2016

TRIUNFO

Justo pedia justiça.
José, água, pão, trabalho.
Paloma pedia liberdade.

A terra gemia de dor.
O céu sangrava.
Cataclismos, furacões, explosões.

Corações feridos.
Árvores erguidas, determinadas.
Raízes fincadas.
Esperanças; fé no ar.

Paloma no ar.
Não podia pousar.
Felinos espreitavam-na,
Sedentos, famintos.

Paloma se ria.
Pousava numa árvore aqui, noutra acolá.
Felinos enfurecidos, irritados.

O céu lavou a terra sangrenta.
Árvores floresceram.
Felinos tremiam de medo.

Justo conquistou justiça.
José, com trabalho,
Tinha à mesa pão e água.
Paloma pousava em cada árvore, cada flor.

Felinos, agora gatinhos,
Clemência pediam à dona justiça...
Paloma resolveu procriar

Montando seu palácio no Planalto de Goiás.

                               (do livro EMOÇÃO LABIRÍNTICA)



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